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Em dia com as PALHETAS...
As palhetas são danificadas pela constante exposição às mudanças de temperatura, sol, chuvas, além de substâncias corrosivas do ambiente. Por isso precisam ser substituídas regularmente, para garantir boa visibilidade e segurança ao motorista.
Fabricantes de palhetas ensinam a manter o sistema de limpeza do pára-brisa sempre em ordem.
Conheça as principais dúvidas e os respectivos procedimentos:


Em dias chuvosos,
palhetas são fundamentais.

Por que as palhetas do sistema limpador devem ser trocadas anualmente?
Porque a lâmina de borracha da palheta tem vida útil de aproximadamente 500.000 ciclos, que corresponde a cerca de um ano - dependendo da forma de utilização e da ação de agentes externos como o sol, poluição, sujeira e até mesmo detregentes usados no reservatório de limpador de pára-brisa.
A estrutura metálica tem cerca de 3 anos de vida útil.
O que pode acontecer quando o proprietário do carro estica aleatoriamente o uso da palheta?
Se o consumidor não efetuar a troca na data ideal, o produto passa a apresentar defeitos que incomodam e que podem até mesmo afetar a segurança do motorista.
Afinal, a visão é um sentido vital que pode ser prejudicado com a dificuldade gerada pelos produtos gastos e/ou danificados.


Quando a palheta está danificada, o que estraga primeiro?
Como a palheta é um produto externo, os defeitos são constatados visualmente tanto no produto quanto no vidro do carro.
Geralmente são as lâminas de borracha que se deterioram primeiro em função de sua durabilidade e tipo de reação com agentes externos. Os problemas são: lâmina torta, quebradiça, ressecada ou rasgada.
Além disto, a estrutura da palheta também pode apresentar defeitos como folgas entre articulações, torções ou até mesmo quebras.


Palhetas estragada pode danificar o vidro?
Sim. De diversas maneiras: riscos devido a contato de elementos metálicos com o pará-brisa, marcas devido a falhas na borracha.

O que mais contribui para a deterioração da peça?
Uso de detergentes não adequados no reservatório do lavador, produtos químicos usados na limpeza do veículo (cera, massa de polimentos, etc.), manuseio inadequado, entre outros.

Que recomendações finais podem ser feitas?
Trafegar com o veículo sem o limpador ou com o limpador desligado sob chuva é infração grave segundo o Contran.
As palhetas devem ser compradas somente em locais de confiança, e não em vendedores ambulantes ou semáforos, pois nestes casos, a procedência do produro é bastante duvidosa.
Os braços também devem ser verificados periodicamente, pois seu desalinhamento ou carga incorreta da mola podem comprometer o funcionamento adequado do sistema.


Na hora da troca das palhetas, lembre-se de:
- Verificar a condição do motor do limpador.
- Oferecer aditivo para o reservatório.
- Verificar se o esguichador está desobstruído e corretamente posicionado.
- Conferir as condições do braço limpador.
- Trocar também a palheta traseira, se houver.


Substitua as palhetas ao observar:
No pára-brisa:
Nas palhetas:
Dicas de Manutenção:
Ao lavar o carro, limpar as lâminas de borracha somente com um pano umedecido em água.
Nunca utilize querosene ou outros produtos químicos que provoquem danos às lâminas de borracha.
Saiba que as palhetas duplas reduzem à metade a vida útil do sistema do limpador de pára-brisa.
Segundo estudos de mercado, os motoristas japoneses são os que mais se preocupam com o estado do limpador de pára-brisa, trocando as palhetas, em média, uma vez por ano. Os europeus demoram, em média, 2,6 anos e os americanos, 3,8. Já os canadenses, apesar de enfrentarem um clima muito mais rigoroso, só se preocupam com as palhetas a cada quatro ou cinco anos.
Não há números seguros sobre os motoristas brasileiros.

O custo de um par de palhetas varia, dependendo do carro, entre 20 e 40 reais, para veículos nacionais. Um valor que pode ser baixo, diante do que representa em termos de segurança.
Há quanto tempo você não substitui as suas?


Fontes: Dyna / Site: Bosch / Site: AutoEstrada

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